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blogue do jardim das jacas - luís altério

- Eu é mais d'eus -

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blogue do jardim das jacas - luís altério

06
Jul20

...

[219].

Zap do Gaspar: Sumido, tu...

Meu zap: Olá! Ando aqui às voltas de mim mesmo... Como se explica que, concernente à História da nossa jornada, saibamos todos que “nada do que aconteceu se assemelha ao que foi dito”, ou seja, “não aconteceu absolutamente nada, a não ser, precisamente, o crime de ter querido fazer ser à força, com palavras e metafísica, o que não tinha motivos para ser”? O amor pacóvio à pátria que subverte tudo; a paixão preguiçosa pela invencionice em nome de um deus qualquer e aceitar a opressão que imana dos líderes; e etc. e etc.; e o que ganhamos em continuarmos a fazer a mesma leitura errada da nossa jornada? O que motiva essa propensão em vivermos bem com essas astúcias colectivas e cada um de nós se refestela no sofá a ler ESSA História e aceitar? Em última instância, qual a pertinência de artigos como “As palavras da História” de Jacques Rancière, que foca essas questões, e ninguém reage, a começar por mim repimpado à frente do portátil a enchouriçar o blogue e daí lavar as minhas mãos? Porque somos preguiçosos? ... Estamos a renunciar a tudo por comodismo imediato, até chegarmos ao ponto de não retorno da nossa aniquilação?

Zap do Gaspar: Relaxa... Não tentes decifrar o que não podes entender o que é “humano, demasiado humano”.

Meu zap: Pelo o que tu escreves, lá voltamos à rotina que nos aprisiona: Andarmos pelo diapasão da narrativa do Ocidente, que, século após século, vence sem nenhuma oposição!

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